Uma noite inteira, cuidada de ponta a ponta.
A cada etapa a gente tira de você uma decisão chata (para onde ir, com quem falar, quem escolher) e deixa só a que importa: o que acontece entre vocês dois na mesa. A logística é problema nosso.
Do cadastro à reserva.
Você responde o mapa de compatibilidade
Um questionário longo, de perguntas diretas: o que você busca e planeja, seus valores, seu jeito de ser e de conversar, sua rotina, o que te atrai e o que você não abre mão. Dá trabalho, mas passa rápido.
Sua identidade é verificada
Na sua primeira entrada na fila, antes de qualquer combinação: documento com foto (RG, CNH ou passaporte) e selfie com prova de vida. Leva poucos minutos e acontece uma vez só. Sua vaga fica guardada enquanto isso, e se você desistir o crédito volta. É o que garante que todo mundo à mesa é quem diz ser.
Você entra na fila da curadoria
Entrar na fila usa um crédito, que cobre tudo até o jantar e volta se você sair antes de um jantar confirmado. Em vez de dezenas de opções medianas na hora, você espera até aparecer alguém que valha o jantar. O algoritmo aproxima; uma pessoa da nossa equipe revisa a combinação antes de colocar duas pessoas frente a frente. Mas a nossa equipe não marca jantar nenhum por conta própria: quem decide são as cartas. A espera é parte do cuidado.
O jantar chega pronto
Quando duas pessoas dizem sim uma para a outra, a gente cruza o que cada uma respondeu ao entrar na fila (dias e horários, faixa de preço, distância confortável, cozinhas, ambiente e restrições na alimentação), escolhe um restaurante que sirva para as duas e faz a reserva. Você confirma presença no app e recebe o essencial: onde, quando, a que horas e como chegar. Da outra pessoa, só o primeiro nome e uma apresentação curta.
Cinco cartas, um jantar escondido.
É aqui que o jantar é decidido, e a decisão é sua. Esta etapa confere compatibilidade física por ilustração, não por foto: você vê cinco retratos e diz com quem toparia jantar. Sem sim dos dois lados, não existe jantar.
Um retrato ilustrado é criado para você
Depois da primeira entrada na fila, pedimos uma foto sua de corpo inteiro, com o rosto visível — é a única imagem que o app pede, e é dela que a IA cria seu retrato ilustrado. Uma verificação automática confere a foto (corpo inteiro, rosto visível, uma pessoa só) e confirma que o rosto é o mesmo da sua verificação de identidade. Você não escolhe o estilo nem a imagem, e ela não traz nome, idade, cidade nem gostos. Sua foto original continua privada.
Você responde a cinco cartas
Quando a curadoria te aproxima de alguém, chegam cinco retratos ilustrados, um de cada vez, com uma pergunta só: toparia jantar? A etapa serve para entender do que você gosta, então nem todas as cartas são pessoas que você poderia encontrar. Você tem um prazo para responder (hoje, três dias), e as respostas são privadas: ninguém fica sabendo o que você respondeu, nem quantas vezes disse sim.
O jantar só sai com interesse dos dois
Se você e alguém disseram sim um para o outro, a nossa equipe marca o jantar e você recebe restaurante, dia e hora. O app não conta qual das pessoas que você aceitou vai estar na mesa. Se você disse sim para só uma, dá para deduzir — e a gente prefere avisar a prometer o contrário.
A noite em que tudo se revela.
A revelação acontece na mesa
Vocês chegam, se encontram e se conhecem ali, sem tela no meio. Você viu um retrato ilustrado e leu poucas linhas, não estudou um perfil: nenhuma foto de verdade, nenhuma nota. A conversa começa do zero, com a pessoa que está na sua frente.
O restaurante também protege a noite
Todo jantar acontece num restaurante público, escolhido pela nossa equipe. Você confirma a chegada pelo aplicativo e tem a central de segurança e o contato de emergência à mão, do começo ao fim da noite.
Sem roteiro, sem pressão
Não existe pauta nem dinâmica obrigatória. É um jantar, do jeito que as pessoas se conhecem há séculos. O que acontece na mesa é de vocês.
O que a mesa ensina.
Você conta como foi
Depois do jantar, cada pessoa avalia a experiência e o restaurante em poucos toques. É o melhor sinal que a curadoria recebe: corrige o que nenhum questionário pega e ajuda a escolher as próximas mesas.
A curadoria aprende
Deu faísca? Ótimo, sigam em frente, com ou sem a gente. Não deu? Sem constrangimento: o que você contar afina o próximo par. A cada jantar, o filtro fica melhor para você.
Sucesso é você ir embora
Se o jantar virou história e você nunca mais abriu o aplicativo, a gente cumpriu o nosso papel. O Dine Blind foi feito para acabar bem, não para te manter rolando uma tela.
Ninguém janta com uma cadeira vazia.
O pior que pode acontecer num encontro às cegas é a outra pessoa não aparecer. Por isso o comparecimento não fica só na boa vontade: três mecanismos se somam para proteger a noite.
Confirmação prévia
Perto da data, cada pessoa confirma que vai. Se alguém desistir, a vaga é liberada a tempo, sem deixar ninguém esperando à mesa.
Compromisso com a reserva
O crédito de cada pessoa fica preso ao jantar: quem falta perde o crédito, quem aparece recebe o seu de volta. Cancelar com 24 horas ou mais de antecedência devolve o crédito; em cima da hora, não. É o que protege a noite de quem se arrumou e foi.
Reputação que acompanha
Faltas e cancelamentos de última hora afetam a reputação e o acesso a novos jantares. Quem honra a presença é valorizado pela curadoria. E quem for marcado como ausente por engano pode contestar pelo app em até 7 dias.
Você paga pelo jantar, não pelo seu tempo.
Apps de swipe lucram te mantendo na tela: quanto mais você rola, melhor para eles. Aqui é o contrário. A gente cobra pelo encontro que entrega, sem mensalidade e sem cobrar pelo tempo que você passa no aplicativo: você compra créditos, cada entrada na fila usa um, e ele volta se você sair antes de um jantar confirmado. Se o jantar deu certo e você foi embora, o modelo funcionou.
Os valores saem no lançamento. Quem está na lista de espera fica sabendo primeiro e garante lugar nas primeiras mesas.