O método

Como escolhemos quem senta à sua frente.

e o que a gente não finge saber

Todo aplicativo de encontro diz que tem um algoritmo. Poucos contam como ele funciona, e quase nenhum conta o que ele não consegue fazer. Esta página faz as duas coisas.

No que o método se apoia

Perguntas diretas, cada uma com um porquê

O Mapa 360 pergunta o que pesa numa relação de verdade: o que você busca e o formato de relação que quer, filhos e planos, valores e temas sensíveis como religião e política, seu jeito de ser e de se comunicar, vida social e hábitos, atração e intimidade. Nada de teste de revista nem de situação hipotética: cada pergunta está ali porque muda alguma coisa na conta ou no olhar da curadoria.

Semelhantes onde importa, diferentes onde soma

Compatibilidade não é ser igual em tudo. Em algumas dimensões a gente busca semelhança: valores, momento de vida, o que se espera de uma relação. Em outras, é a diferença que completa. O par é pensado nas duas direções.

O interesse precisa ser mútuo

Não basta você combinar com alguém: esse alguém precisa combinar com você. Todo par é avaliado nos dois sentidos, e depois passa pelas cartas: o jantar só nasce quando os dois dizem sim. É a reciprocidade que separa um bom encontro de uma lista de sugestões.

Gente revisa, sempre

Nenhum jantar é proposto por uma máquina sozinha. O algoritmo aproxima os perfis; uma pessoa da nossa equipe revisa cada combinação antes de colocar duas pessoas frente a frente nas cartas. Curadoria, aqui, é literal.

Cada jantar ensina o próximo

Depois do encontro, o retorno de cada pessoa volta para a curadoria: houve afinidade? houve faísca? E antes dele, as suas respostas às cartas contam do que você gosta. São os melhores sinais que a gente tem, porque corrigem o que nenhum questionário pega.

Justiça é requisito de engenharia

Sistemas que aproximam pessoas podem herdar vieses. A gente trata isso como problema de engenharia desde o primeiro dia: auditamos resultados e decidimos com cuidado quais sinais o método pode usar.

Do mapa ao número

Entre as suas respostas e a proposta de um jantar existe uma conta. Ela cabe em quatro etapas.

  1. O mapa vira sinais

    As respostas às sessenta e três perguntas do Mapa 360 viram sinais comparáveis: o que você é, o que procura e o que rejeita. Como as perguntas mudam com o tempo, cada nota guarda a versão do questionário que a gerou. É assim que a gente sabe quando ela envelheceu.

  2. Os inegociáveis, antes de tudo

    O que você não abre mão é verificado primeiro, nos dois sentidos. Não há pontuação parcial aqui: se um inegociável falha de um lado só, o par é zerado e não chega à curadoria. É o filtro que impede um bom número de esconder uma incompatibilidade de fundo.

  3. A afinidade, com o seu peso

    Quem passa nas portas é pontuado em doze áreas de afinidade, de valores, filhos e família a personalidade, comunicação, vida social, hábitos, atração física, intimidade e até o jeito de lidar com a conta. As áreas que você marcou como prioridade (até três) pesam o dobro na sua conta, e a nota final, de 0 a 100, só é alta quando faz sentido para os dois lados.

  4. O número entrega para uma pessoa

    A nota ordena a fila e mostra à curadoria onde olhar. Só isso: nenhum jantar é marcado por ela. Uma pessoa da equipe decide quem aproximar, e o jantar só nasce com o sim dos dois nas cartas. Se você editar o seu mapa, todas as suas notas são recalculadas antes da próxima rodada.

O que a gente não promete

Um método honesto se mede pelo que ele admite. Estes são os limites conhecidos, da ciência e do nosso produto.

Questionários preveem afinidade, não desejo.

Um questionário captura bem valores e afinidade. A faísca da atração, não. A ciência é clara nisso e a gente não finge o contrário: o jantar existe justamente para resolver o que o formulário não resolve.

Atração ao vivo ninguém prevê. Ainda bem.

O que atrai uma pessoa é dela, e nem foto nem dado dão conta disso. É por isso que o Dine Blind não te mostra fotos para julgar: ele te coloca na frente de alguém.

Um bom filtro, não um oráculo.

O que a gente promete: organizar um ótimo primeiro jantar com alguém compatível o suficiente para valer a noite. O que a gente não promete: prever o amor. O encontro faz o resto.

E as minhas respostas?

O mapa de compatibilidade toca em coisas íntimas, e é tratado à altura. As suas respostas servem para encontrar alguém compatível com você: entram no cálculo, e a nossa curadoria pode lê-las. Quando o jantar é confirmado, a outra pessoa lê o seu primeiro nome e uma apresentação curta, escrita por IA a partir de parte das suas respostas; religião, política e intimidade nunca aparecem para ela. Seguimos a LGPD com consentimento claro. Os detalhes estão na nossa Política de Privacidade.